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Postagem teste queu vou kibar de alguma pag do facebook

By : ana


Autora: Tahereh Mafi
Editora: HarperCollins
Páginas: 352
Classificação: 5/5 estrelas
Aaaah, ACABOU! Meu Deus, ACABOU! Não acredito.
Partindo do início, comecei essa saga ao ler uma entrevista da autora mencionando que se inspirou na vampira de X-Men para escrever a obra, e eu, muito viciada na personagem, decidi comprar  a edição americana em pré-venda (foi o primeiro em inglês completo que li!). O que encontrei foi uma escrita que se encaixava perfeitamente com meu humor a tantos anos atrás, um livro lírico, que escorre sentimentos e uma descrição delicada. Sim, eu amei. Mas com tantas distopias com seus finais horrorosos, confesso que temia o que ia encontrar com esse. Pois bem, Ignite Me, de certa forma, chegou para quebrar a sequência de finais dolorosos que andam sendo publicados.
Vingança. Acredito que ela nunca pareceu tão doce.
Mas, antes de ler o que eu achei do livro, indico que você pense bem antes de seguir em frente. Apesar de não liberar spoilers, é provável que muitos considerem o que vou escrever adiante algo bem óbvio e por si só já descubram o que vai acontecer. Não sei, vai de cada leitor, mas estão avisados. Siga em frente por conta e risco!
O enredo segue instantes depois de onde Fracture Me, conto narrado por Adam, parou. Warner revela para Juliette que Ponto Ômega não existe mais, e ambos acreditam que estão todos mortos. Entretanto, ela não está disposta a aceitar isso sem antes conferir por si mesma, e o que ela encontra no local onde costumava ser o porto seguro de tantos rebeldes são destroços e morte. Com Juliette obrigada a se adaptar novamente a uma nova realidade, ainda há mais segredos a serem revelados antes da garota que todos temem escolher qual caminho seguir.
“Eu não quero que você morra—Eu não quero te perder novamente—”
“Isso não é sobre você, Adam.”
É  muito, muito, muito complicado mesmo resenhar esse livro. Para vocês terem uma ideia, anotei mais de cinquenta frases da obra que achei bem intensas, uma por capítulo, no mínimo, mas não vou e nem posso colocar todas aqui. Aliás, as melhores decidi nem listar para não estragar surpresas e outras reações. O que posso dizer é que tudo se encaixou — apesar de sentir uma certa ingenuidade na forma como tudo ocorreu nas últimas páginas. Warner simplesmente roubou as cenas, esse garoto acaba comigo, há muito tempo não sentia um fogo tão grande por um personagem, os últimos foram uma decepção.
Já Juliette é como uma criança, engatinhando, se erguendo, para finalmente mostrar para o que veio nessa última parte da trilogia. Juntos, eles formam um casal explosivo, tiro minha calcinha para o Warner, as cenas, a pegada, tudo que ele sofreu e que ainda vai sofrer. Eu sei que não sou nada imparcial quanto a ele, mas é visível que apesar de Juliette ser a chave, é o badboy que forma toda a estrutura da saga, ele foi vítima desde que se conhece por gente, e trabalhou para mudar isso. Com seu jeito sarcástico, cruel e verdadeiro, ele é o homem que torna Juliette uma mulher. Aliás, Cinquenta Chibatadas de Cinza para quê quando temos o Kama Sutra da distopia nesse livro? Nossa, que calor! E que inveja. Nada como sexo selvagem para me manter acordada durante a madrugada…
Deus, ele parece tão bom sem suas roupas.
Sei que eu deveria comentar mais sobre o Adam, mas leia e tire suas próprias conclusões. No fim, nenhum personagem pode ser apontado como santo, todos mostraram seus defeitos, vários, aliás, e fica a escolha do leitor aceitar isso ou não. Mas outro personagem que surpreende tanto quanto ele é Kenji. Ele foi construído de tal forma a preencher lacunas que um tema tão complicado deixa, seus diálogos são leves, divertidos, e enquanto o mundo acaba ele faz todos rirem. Kenji é o personagem que foi construído para brilhar como coadjuvante, mas não se contentou com isso e sugou o espaço de outros personagens também. Foi graças a ele que a autora conseguiu abordar melhor o que é a verdadeira amizade, indiferente se o livro trata de uma ficção distópica ou não.
“Eu estou aqui por você, criança. É para isso que amigos são feitos.”
Ignite Me é lindo, triste, e até um tanto cruel, e é assim que todas as sagas deveriam terminar, com a sensação de dever cumprido, por mais que o final não seja algo bonito, mas acabar assim, sentindo que a autora deu seu máximo e soube criar cada personagem a ponto de tomar forma e seu próprio rumo, cara, é perfeito. Estou triste pois é o último, chorando, mas estou tão, tão, tão feliz com todas as sensações que esse livro me deu. Eu disse inicialmente que comecei a ler Tahereh Mafi em razão de ela usar de inspiração uma personagem de HQ que eu adoro. Hoje, continuo a ler porque a autora, além de se inspirar, soube mostrar talento, conseguiu pegar um mocinho malvado que aprontou todas e virar nossas mentes a seu favor. Shatter Me nunca será considerado um clássico distópico, e nem acredito que a autora tenha esse desejo, mas ainda bato palmas para Mafi, porque originalidade é sempre bom, mas conseguir adaptar seu trabalho para conquistar milhares de leitores também tem seu mérito.
Ignite, my love. Ignite.

szdfsadfcaes

By : ana
→ Personagens

 Preto de ouros (cartas) Annika 'Zero' Aela (En'o)

  • Mundo normal

    • Cabelo: Preto/Azul escuro, liso, até a cintura.
    • Roupa: Regata preta simples, short tipo o da do7 debrah, all star branco, pulseira qualquer no braço direito, chapéu estilo cartolazinha, meia calsa.
    • Detalhes: Pele clara, meio rosa que nem tu g, olho verde claro, (ta eu n to fazendo ela igual vc c:)
  • Sonho 

  • Cabelo: Branco, longo até a cintura, liso.
  • Roupa: Vestido vermelho com manga comprida, com detalhes em branco/preto, a mesma pulseira.
  • Detalhes: Pele clara pálida, olho verde claro.

 Preto de ouros (cartas) Deetta 'Um' Aela (Ow't)

      
  • Mundo normal

    • Cabelo: Verde escuro quase preto, liso até as costas (?)
    • Roupa: Casaco preto, blusa branca por baixo, jeans, all star preto, pulseira no braço esquerdo, sem chapéu.
    • Detalhes: Pele clara pálida, olho azul escuro (apagado).
  • Sonho

  • Cabelo: Vermelho (ruivo), liso até a cintura.
  • Roupa: Vestido preto com detalhes em vermelho, a mesma pulseira.
  • Detalhes: Pele clara rosada, olho azul claro (vivo).

Preto de ouros (cartas) Niko Kalil (359)

  • Mundo normal

    • Cabelo: Loiro, curto.
    • Roupa: Blusa simples cinza/preta desbotada, jeans, all stars,
    • Detalhes: Pele clara, olho escuro.
  • Sonho 

  • Cabelo: Loiro, curto, com umas orelhinha de neko da mesma cor do cabelo (ele num é gay)
  • Roupa: Roupa do cellbit. (aquela coisa xadrez azul lá)
  • Detalhes: Pele clara, olho escuro.

Preto de ouros (cartas) Paquette Florie (1287)




  • Mundo normal

    • Cabelo: Rosa, nas costas.
    • Roupa: Blusa rosa com ombro caído, short jeans, coturno preto com detalhes rosa, colar com um coraçãozin.
    • Detalhes: Pele clara, meio rosa olho roxo (ou rosa?)
  • Sonho 

  • Cabelo: Rosa, preso em duas chiquinhas.
  • Roupa: Vestido rosa, tudo rosa pronto.
  • Detalhes: Pele clara olho roxo (ou rosa?)



        


Swynwyn Eowieric 

Um mundo distópico onde o dinheiro se baseia na gentileza e bondade das pessoas, uma tecnologia avançada que detecta seu carísma. Aqueles que não o possuem, ou possuem pouco são chamados de 'Qoip'. Eles não se introduzem na sociedade após a vida adulta, quando são diagnosticados (um teste). Até a idade de 19 anos, todos são iguais. Pessoas rudes como eles vivem nas ruas, nos becos escuros, no esgoto, no subsolo, escondidos. (É um mundo pequeno em relação as pessoas, mas em território, boa parte esta destruida)

O trabalho quase não existe, há aqueles que seguem a velha moda, trabalhando no mercado de trabalho comum, mas há outros que preferem a tecnologia. Para se entreterem, foram formadas máquinas que produzem uma falsa-gentileza, que gera dinheiro, que só pode ser acessado pelo governo. Esse 'dinheiro' é distribuido conforme sua popularidade, dependendo de sua popularidade, você ganha mais dinheiro. O rank é sempre aleatorio, o primeiro da lista não é necessariamente o mais famoso, e alguns são ainda conhecidos pelo seu número. Cada um nasce com um número, mas só o descobre e o revela quando entra para o mundo dos jogos.

Números comuns variam entre 300 e 12000, fora isso são números absurdos, como 0 ou 66589.

História

A história gira em torno de Annika (17), uma pessoa comum que vive sua vida comum, tentando alcançar a maxima popularidade, quando começa a ter estranhos sonhos onde uma estranha sombra lhe conta histórias assustadoras sobre um outro mundo, onde tudo gira em torno da magia. Ela é uma pessoa popular em sua escola pelo seu número incomum, zero, este qual virou até seu apelido, todos a  chamam por 'zero'. Apesar disso, Annika não tem muitos amigos, apenas seu vizinho, amigo de infância, Niko (17), e uma garota tímida que não possui amigos e não interage com os outros, chamada Paquette (17). (Ai de algum jeito ela é levada pra esse mundo que a sombra lhe contou e acorda numa floresta toda destruida, sozinha, descobre que o amigo de infancia dela ta lá e tals e ela acha q n é realmente ele, e ai ele explica daquele mundo pra ela, e ai ela descobre que tem uma irmã gêmea do mal que quer destruir todo aquele mundo por isso as florestas tão se degredindo e tals e ai ela descobre que ela, naquele mundo, tem poderes, como uma bruxa, e é a única com poderes o suficiente pra tirar a irmã dela do poder e começa a lutar e tals, salvar o mundo)
(rola uns romance entre ela e o amigo de infancia, que tb é amigo da irmã dela e as duas gostam dele e dai vc faz a decisão de com quem ele fica, qual das irmãs ganha etc) 

Tem uns final loco onde Zero vira a Um, e fica do mal que nem a irmã.
Ou um onde a Um vira a Zero, essas coisa ae.


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